
Para quem não sabe, o bairro é cortado pela João Pio Duarte Silva, principal rua do Córrego Grande, que começa ali pelo Restaurante Dona Benta e vai dar lá no cruzamento para a subida do morro da Lagoa. A rua é de mão dupla, no entanto oferece apenas uma pista para ir e outra para voltar, espaço muito curto para abrigar a quantidade de carros que passam diariamente pela região. Além disso, ao longo do bairro, temos comércios, colégios e uma série de estabelecimentos que não possuem grande espaço para estacionamento, o que dificulta ainda mais a locomoção.
O maior problema disso tudo é que não existe espaço para alargamento ou aumento de pista, não vejo uma solução a curto prazo para esta problemática. O que se pode fazer para pelo menos tentar diminuir o volume de carros, é recorrer aos meios de transporte altenativos, como bicicletas e até mesmo a pé. Aliás, venho reparando nos últimos tempos que o número de ciclistas pela região vem aumentando, ou seja, ainda há esperança. Porém, não existe espaço ao longo das ruas para eles, mas isso é assunto para outro post.

Enquanto nada é feito para resolver este problema, é bom que os motoristas que trafegam pelo Córrego Grande tenham bastante paciência, principalmente ao meio dia e no final de tarde, horários de pico.
Muito bom Alexandre!
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